36ª Bienal de São Paulo: “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática

Com título derivado do poema “Da calma e do silêncio”, de Conceição Evaristo, a 36ª Bienal de São Paulo reúne 120 participantes no Pavilhão da Bienal e mais cinco na Casa do Povo, propondo uma reflexão urgente sobre humanidade, natureza e escuta.

A Fundação Bienal de São Paulo anuncia a lista dos participantes da 36ª Bienal de São PauloNem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática, que acontecerá de 6 de setembro de 2025 a 11 de janeiro de 2026, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, em São Paulo, com visitação gratuita. 

Com conceito criado por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, ao lado dos cocuradores Alya Sebti, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza, da cocuradora at large Keyna Eleison e da consultora de comunicação e estratégia Henriette Gallus, a próxima edição se inspira no poema “Da calma e do silêncio”, da poeta Conceição Evaristo, e tem como um dos principais alicerces a escuta ativa da humanidade enquanto prática em constante deslocamento, encontro e negociação. Sem mais delongas, os artistas participantes da 36ª Bienal de São Paulo são:

Adama Delphine Fawundu
Nova York, 1971. Vive em New York. 

Adjani Okpu-Egbe
Kumba, 1979. Vive em Londres. 

Aislan Pankararu
Petrolândia, 1990. Vive em São Paulo.

Akinbode Akinbiyi
Oxford, 1946. Vive em Berlim.

Alain Padeau
Saint-Denis, Reunião, 1956. Vive em Le Tampon, Reunião.

Alberto Pitta
Salvador, 1961. Vive em Salvador.

Aline Baiana
Salvador, 1985. Vive entre Salvador, Rio de Janeiro e Berlim.

Amina Agueznay
Casablanca, 1963. Vive e trabalha em Marrakech e Casablanca.

Ana Raylander Mártis dos Anjos
1995. Vive em São Paulo.

Andrew Roberts
Tijuana, 1995. Vive na Cidade do México.

Antonio Társis
Salvador, 1995. Vive e trabalha entre Salvador e Londres.

Benjat Sadr
Arak, 1924 – m. Córsega, 2009. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Berenice Olmedo
Oaxaca, 1987. Vive na Cidade do México.

Bertina Lopes
Maputo, 1924 – m. Roma, 2012.

Camille Turner
Kingston, 1960. Vive em Los Angeles.

Carla Gueye
1997. Vive e trabalha em Paris. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Cevdet Erek
Istambul, 1974. Vive e trabalha em Istambul.

Chaïbia Talal
Chtouka, 1929 – m. Casablanca, 2004.

Christopher Cozier
Port of Spain, 1959. Vive em Port of Spain.

Cici Wu
Pequim, 1989. Vive e trabalha em New York

Cynthia Hawkins
Nova York, 1950. Vive e trabalha em Poughkeepsie.

Edival Ramosa
São Gonçalo, 1940 – m. Niterói, 2015.

Emeka Ogboh
Enugu, Nigéria, 1977. Vive em Berlim.

Ernest Cole
Eersterust, 1940 – m. Nova York, 1990.

Ernest Mancoba
Turffontein, 1904 – m. Ciamart, 2002. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Farid Belkahia
Marrakech, 1934 – m. 2014.

Firelei Báez
Santiago de los Caballeros, 1981. Vive em Nova York.

Forensic Architecture
Fundado em 2010, Londres. 

Forugh Farrokhzad
Teerã, 1934 – m. 1967.

Frank Bowling
Bartica, 1934. Vive e trabalha em Londres.

Frankétienne
Ravine-Sèche, 12 de abril de 1936 – m. Delmas, 2025.

Gê Viana
Santa Luzia, 1986. Vive e trabalha em São Luís.

Gervane de Paula
Cuiabá, 1961. Vive e trabalha em Cuiabá.

Gōzō Yoshimasu
Tóquio, 1939. Vive e trabalha em Tóquio. Esta participação tem apoio do National Center for Art Research, Japão.

Hajra Waheed
1980. Vive em Montreal e Jogja.

Hamedine Kane
Nouakchott, 1983. Vive em Bruxelas, Paris e Dakar. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable.

Hamid Zénati
Constantine, 1944 – m. Munique, 2022.

Hao Jingban
Taiyuan, 1985. Vive em Pequim

Heitor dos Prazeres
Rio de Janeiro, 1898 – m. 1966.

Helena Uambembe
Pomfret, 1994.

Hessie (Carmen Lydia Đurić)
Spanish Town, 1933 – m. Pontoise, 2017. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Huguette Caland
Beirute, 1931 – m. 2019. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

I Gusti Ayu Kadek Murniasih (Murni)
Tabanan, 1966 – m. Ubud, Indonésia, 2006.

Imran Mir
Karachi, 1950 – m. 2014.

Isa Genzken
Bad Oldesloe, 1948. Vive e trabalha em Berlim.

Joar Nango com a equipe de Girjegumpi
Alta, 1979. Vive e trabalha em Tromso. Esta participação tem apoio do Office for Contemporary Art Norway. 

Joséfa Nijam
Metz, 1992. Vive em Saint-Étienne.

Juliana dos Santos
São Paulo, 1987. Vive em São Paulo.

Julianknxx
Freetown, 1987. Vive em Londres.

Kader Attia
Dugny, 1970. Vive em Berlim.

Kamala Ibrahim Ishag
Omdurman, 1939. Vive em Sharjah.

Kenzi Shiokava
São Paulo, 1938 – m. Los Angeles, 2021. Esta participação tem apoio do National Center for Art Research, Japão. 

Korakrit Arunanondchai
Bangkok, 1986. Vive em Nova York e Bangkok.

Laila Hida
Nasceu em Casablanca. Vive em Marrakech. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Laure Prouvost
Lille, 1978. Vive em Bruxelas. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Leiko Ikemura
Tsu, Japão, 1951. Vive em Colônia e Berlim

Leila Alaoui
Paris, 1982 – m. Ouagadougou, 2016. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Leo Asemota
Benin City. Vive em Londres.

Leonel Vásquez
Sibaté, 1981. Vive em Bogotá.

Lidia Lisbôa
Terra Roxa, 1970. Vive em São Paulo.

Lynn Hershman Leeson
Cleveland, 1941. Vive em São Francisco e Nova York.

Madame Zo
Antananarivo, 1960 – m. 2020.

Madiha Umar
Aleppo, 1908 – m. Amã, 2005.

Malika Agueznay
Marrakech, 1938. Vive em Casablanca.

Manauara Clandestina
Manaus. Vive em São Paulo.

Mansour Ciss Kanakassy
Dakar, 1957. Vive em Dakar e Berlim.

Mao Ishikawa
Ógimi, 1953. Vive em Tomigusuku. Esta participação tem apoio do National Center for Art Research, Japão. 

Márcia Falcão
Rio de Janeiro, 1985. Vive em Rio de Janeiro.

Maria Auxiliadora
Campo Belo, 1935 – m. São Paulo, 1974.

Maria Magdalena Campos-Pons
Matanzas, 1959. Vive em Nashville.

Marlene Almeida
Bananeiras, 1942. Vive em João Pessoa.

Maxwell Alexandre
Rio de Janeiro, 1990. Vive em Rio de Janeiro.

Meriem Bennani
Vive em Nova York. 

Metta Pracrutti
Fundado em 2025, Mumbai. 

Michele Ciacciofera
Nuoro, 1969. Vive em Paris. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Ming Smith
Detroit. Vive em Nova York.

Minia Biabiany
Basse-Terre, Guadalupe, 1988. Vive em Saint-Claude. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable.

Moffat Takadiwa
Hurungwe, 1983. Vive em Harare.

Mohamed Melehi
Asilah, 1936 – m. Paris, 2020.

Moisés Patrício
São Paulo, 1984. Vive em São Paulo.

Myriam Omar Awadi
Paris, 1983. Vive em Le Tampon, Reunião. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Myrlande Constant
Porto Príncipe, 1968. Vive em Porto Príncipe.

Nádia Taquary
Salvador, 1967. Vive em Salvador.

Nari Ward 

Nguyễn Trinh Thi
Hanói, 1973. Vive em Hanói.

Noor Abed
Jerusalém, 1988. Vive entre Ramallah e Amsterdã.

Nzante Spee
Mbem, 1953 – m. Stockton, 2005.

Olivier Marboeuf
Antony, 1971. Vive em Rennes e Paris.

Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Olu Oguibe 

Oscar Murillo
La Paila, 1986. Vive em Londres.

Otobong Nkanga
Kano, 1974. Vive e trabalha em Antuérpia.

Pélagie Gbaguidi
Dakar, 1965. Vive e trabalha em Bruxelas. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable.

Pol Taburet
Paris, 1997. Vive e trabalha em Paris. Esta participação tem apoio do Institut français através do programa IF Incontournable. 

Precious Okoyomon
Londres, 1993. Vive em Nova York.

Raukura Turei
Aotearoa, 1987. Vive em Aotearoa.

Raven Chacon com Iggor Cavalera & Laima Leyton
Fort Defiance, Nação Navajo, 1977. Vive em Nova York.
Belo Horizonte, 1970. Vive em Londres.
São Paulo, 1977. Vive em Londres.

Rebeca Carapiá
Salvador, 1988.

Richianny Ratovo
Antananarivo, Madagascar, 1995. Vive em Antananarivo.

Ruth Ige
Nigéria, 1992. Vive em Auckland.

Sadikou Oukpedjo
Kétao, 1975. Vive e trabalha em Abidjan.

Sallisa Rosa
Goiânia, 1986. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Sara Sejin Chang (Sara van der Heide)
Busan, 1977. Vive em Berlim.

Sérgio Soarez
Salvador, 1968. Vive em Salvador.

Sertão Negro
Fundado em 2021, Goiânia.

Sharon Hayes
Baltimore, 1970. Vive em Filadélfia.

Shuvinai Ashoona
Kinngait, 1961. Vive e trabalha em Kinngait.

Simnikiwe Buhlungu
Joanesburgo, 1995. Vive em Joanesburgo e Amsterdã.

Song Dong
Pequim, 1966. Vive e trabalha em Pequim.

Suchitra Mattai
Georgetown, 1973. Vive e trabalha em Los Angeles.

Tanka Fonta
Buea, 1966. Vive em Berlim.

Thania Petersen
Cidade do Cabo, 1980. Vive e trabalha na Cidade do Cabo.

Theo Eshetu
Londres. Vive entre Berlim e Roma.

Théodore Diouf
Djigod, 1949. Vive em Zurique.

Theresah Ankomah
Acra. Vive e trabalha em Acra.

Trương Công Tùng
Daklak, 1986. Vive em Ho Chi Minh. Esta participação tem apoio da Tanoto. 

Tuần Andrew Nguyễn
Saigon, 1976. Vive em Ho Chi Minh e Irvine.

Vilanismo
Fundado em 2021, São Paulo.

Werewere Liking
Ngombas Bondé, 1950. Vive em Abidjan.

Wolfgang Tillmans
Remscheid, 1968. Vive em Berlim e Londres.

Zózimo Bulbul
Rio de Janeiro, 1937 – m. 2013.

Outros cinco participantes integram a Bienal como parte do programa de Afluentes na Casa do Povo, com curadoria de Benjamin Seroussi e Daniel Blanga Gubbay, e são: Alexandre Paulikevitch; Boxe Autônomo; Dorothée Munyaneza; Marcelo Evelin e MEXA. 

Alexandre Paulikevitch
Beirute, 1982.

Boxe Autônomo
Fundado em 2015, São Paulo. 

Dorothée Munyaneza
Kigali, 1982.

Marcelo Evelin
Teresina, 1962.

MEXA
Fundado em 2015, São Paulo.

Obra de Adama Delphine Fawundu, Ibeji Cosmas and Damain, no Rio Congo (2025)

A equipe conceitual inspirou-se nos fluxos migratórios das aves como guia metodológico para a seleção dos participantes, incluindo os trajetos do gavião-de-cauda-vermelha entre as Américas, do pássaro combatente entre Ásia Central e Norte da África, ou do trinta-réis-ártico em seus longos percursos polares. As trajetórias dessas aves, que cruzam continentes e zonas climáticas com precisão, servem como metáfora para a própria curadoria: assim como as aves, também carregamos memórias, experiências e linguagens ao cruzar fronteiras. Migramos não apenas por necessidade, mas como forma de transformação contínua. Para o curador Bonaventure Soh Bejeng Ndikung:

“Este processo metodológico nos ajudou a evitar as classificações a partir dos Estados-nação e das fronteiras. Por meio dos sentidos de navegação dos pássaros, de seu impulso de deslocamento por terras e águas, de seu senso de sobrevivência, de sua compreensão expandida de espaços e tempos, assim como de suas urgências e agências, pudemos nos envolver com práticas artísticas em diversas geografias, enquanto refletimos sobre o que significa unir a humanidade, no contexto da 36ª Bienal de São Paulo.” Bonaventure Soh Bejeng Ndikung

Os participantes desta Bienal também vêm de regiões perpassadas por rios, mares, desertos e montanhas, cujas águas e margens acompanham histórias de migração, resistência e convivência. Rios como o Tâmisa, o Amazonas, o Hudson, o Limpopo ou o Essequibo, e a Baía de Matanzas orientam o mapeamento simbólico da origem e das rotas dos artistas, valorizando práticas de múltiplos territórios e em suas águas compartilhadas. 

“Foi por esses caminhos que conseguimos reunir artistas de todas as regiões do mundo para a 36ª Bienal de São Paulo. A água é fundamental para a existência humana e a base da vida. Os temas das Invocações da Bienal são organizados ao redor desses múltiplos corpos d’água — oceanos, mares, lagos, rios e córregos — e suas confluências, como os estuários. Eles servem de metáforas para os encontros entre culturas, seres humanos, outros seres animados e inanimados, e para o que podemos aprender uns com os outros. Apesar dos esforços da humanidade para controlar os fluxos das águas e os voos dos pássaros, todas as águas se conectam e os pássaros ainda migram sem passaportes e vistos. Os humanos poderiam ser melhores se aprendessem com os outros seres.” Bonaventure Soh Bejeng Ndikung

Obra de Márcia Falcão

A lista inclui participantes que exploram linguagens como performance, vídeo, pintura, som, instalação, escultura, escrita e experimentações coletivas e musicais, entre outras. Muitos participantes também propõem investigações baseadas em práticas comunitárias, ecologias, oralidades e cosmologias não ocidentais. 

A 36ª Bienal de São Paulo iniciou-se com o programa das Invocações, que percorreu diferentes continentes entre novembro de 2024 e abril de 2025 e estabeleceu diálogo com saberes e práticas locais em Marrakech, Guadalupe, Zanzibar e Tóquio. O projeto arquitetônico e expositivo é assinado por Gisele de Paula e Tiago Guimarães, para eles:

“Inspirado pela fluidez dos rios e pela imagem do estuário presente na proposta curatorial, o espaço expositivo está sendo desenhado como um percurso sensorial, trazendo margens sinuosas que convidam à escuta, ao encontro e à pausa. A proposta valoriza o vazio como força e o espaço como paisagem em constante movimento. Como viandantes, não repete o caminho, mas se reinventa ao seguir num rito contínuo de transformação e presença.”

Julianknxx, Still de On Freedom of Movement (wi de muv), 2022

A expografia da 36ª Bienal de São Paulo evoca a natureza fluida e transformadora dos rios. Como um corpo em movimento, que atravessa, contorna e reinventa o espaço, a exposição se constrói em diálogo com a ideia de travessia. Formas orgânicas e estruturas leves compõem uma paisagem sensorial. Mais do que delimitar percursos, a expografia propõe modos de estar e de se mover, entendendo o fluxo como forma de existência. O projeto contou também com consultoria inicial de arquitetura da Agence Clémence Farrell. Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, comenta:

“A 36ª Bienal de São Paulo coloca-se como um marco na história da instituição por sua duração expandida de quatro meses, de setembro de 2025 a janeiro de 2026. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso do público, promovendo cultura e educação para uma quantidade maior de visitantes. Nossos frequentadores contam, ainda, com a possibilidade de usufruir de um programa educativo que é referência mundial, e que também foi ampliado nesta edição, reforçando o nosso compromisso com o caráter educacional da mostra.” Andrea Pinheiro 

Nádia Taquary, Mulher Pássaro (2021) e Menina Pássaro, Areyegbó (2023)

Fundada em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, criada em 1951, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico. Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil.

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Serviço: 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas / Da humanidade como prática [Not All Travellers Walk Roads / Of Humanity as Practice] Curador geral: Bonaventure Soh Bejeng Ndikung / Cocuradores: Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza / Cocuradora at large: Keyna Eleison / Consultora de comunicação e estratégia: Henriette Gallus. De 6 de setembro de 2025 – 11 janeiro de 2026, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera · Portão 3 · São Paulo, SP. Entrada gratuita.

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